O DNA e as Emoções

Após o lançamento do documentário O Segredo, em 2006, o fenômeno da Lei da Atração foi fortemente difundido no mundo.

Acontece que a popularização deste livro/documentário, em parte, acabou banalizando um princípio que já era conhecido a milhares de anos, criando em torno de si, uma aura mística com traços de autoajuda barata.

Eu particularmente acho O Segredo, um documentário fantástico, e tenho profundo respeito pelos idealizadores e participantes do projeto.

A única falha, no meu ponto de vista, foi a falta de uma ferramenta prática que permitisse a aplicação da Lei da Atração de forma consistente.

A maioria das pessoas que conhecem a Lei da Atração, logo se encantam e se enchem de esperança, porém, justamente pela falta de uma ferramenta prática, em pouco tempo, elas esquecem o conceito e voltam a viver o mesmo padrão de crenças e emoções negativas, por consequência, continuam vivendo a mesma realidade desarmoniosa.

A CIÊNCIA POR TRÁS DA LEI DA ATRAÇÃO

Em 1944, o físico Max Planck, pai da teoria quântica, já afirmava que a matéria era criada a partir de uma energia primordial.

Toda matéria se origina e existe apenas em virtude de uma energia. […] Devemos supor que por trás desta energia, exista uma mente consciente e inteligente. Esta mente é a matriz de toda a matéria.— Max Planck, 1944

Entre 1993 e 2000, uma série de experimentos científicos comprovaram que de fato existe uma energia sutil que conecta todas as coisas, e foi constatado, que esta mesma energia responde precisamente as emoções humanas, por meio do comportamento do DNA.

A seguir, relato três experimentos que são fundamentais para compreensão deste fenômeno do ponto de vista científico.

EXPERIMENTO I

Os pesquisadores Vladmir Poponin e Peter Gariaev, constataram a influência do DNA sobre as partículas de luz (fótons), o elemento quântico do qual nosso mundo é feito.

Eles mediram a organização das partículas de luz dentro de um tubo vazio, e conforme imaginavam, os fótons estavam distribuídos de uma maneira completamente desordenada.

Em seguida, amostras de DNA humano foram colocadas no interior do recipiente, juntamente com os fótons.

Na presença do DNA, as partículas se organizaram de acordo com a forma do DNA, ou seja, o DNA exerceu uma influência direta sobre os fótons.

Quando o DNA foi removido do recipiente, os fótons permaneceram organizados, mantendo o mesmo alinhamento do DNA.

Os cientistas tiveram que aceitar a hipótese de que algum tipo de energia conectava o DNA com o elemento básico de toda matéria, as partículas de luz.

Este fenômeno foi denominado como “DNA Phantom Effect”.

EXPERIMENTO II

Em 1993, o Exército americano fez um experimento para averiguar se existia alguma conexão entre as emoções e o DNA humano.

A partir de uma amostra do DNA de um doador, os cientistas começaram a investigar o fenômeno da conexão emocional, que a ciência, até então, afirmava não existir.

O doador foi isolado em uma sala que ficava alguns metros de distância do local onde o sua amostra de DNA seria analisada.

Nesta sala estavam sendo exibidos ao doador, vídeos que provocavam emoções diversas.

Enquanto os vídeos eram exibidos ao doador, o seu DNA era monitorado em outra sala.

Os cientistas observaram que o DNA respondia precisamente as emoções que o doador experimentava na sala ao lado.

Eles foram aumentando a distância entre o doador e a amostra de DNA, chegando a 563 quilômetros.

Independentemente da distância, o reflexo das emoções no DNA acontecia em tempo real, não havia atraso, o que indica que esta energia atua em uma dimensão fora do espaço-tempo.

EXPERIMENTO III

Em 1991, Glen Rein e Rollin McCraty, do HeartMath Insitute, também analisaram o DNA com o objetivo de detectar as mudanças que os estados emocionais produziam.

Por meio de estados emocionais despertados intencionalmente, a forma do DNA foi visivelmente alterada.

Segundo afirmou um dos pesquisadores, os experimentos revelaram que intenções diferentes produziram efeitos diversos no DNA, fazendo com que a molécula se contraísse quando a emoção era negativa ou se expandisse quando a emoção era positiva.

Na concepção da ciência tradicional, existe o conceito de determinismo genético, ou seja, não existe nada que você possa fazer para alterar as predisposições a doenças e deficiências que estão escritas em seu código genético.

No entanto, estes experimentos provaram que este conceito é completamente raso e obsoleto.

As emoções que você experimenta, podem sim alterar toda sua estrutura genética, influenciando diretamente em sua vida e na realidade que o cerca.

CONCLUSÃO

As emoções interferem diretamente no comportamento do DNA

O DNA interfere diretamente na comportamento da energia que cria a realidade.

O QUE DIZEM AS TRADIÇÕES ESPIRITUAIS

Por volta de 1.330 A.C., o filósofo egípcio Hermes Trismegisto, ensinava os princípios que regem todas as coisas manifestadas.

A essência de seus ensinamentos ficaram registrados em um livro chamado Caibalion, que descreve 7 leis herméticas que determinam a criação da realidade.

“O Todo é Mente; o Universo é mental”. – Hermes Trismegisto

O QUE DIZ BUDA

Há aproximandamente 2.500 anos, Sidarta Gautama, mais conhecido como Buda, também afirmava que a realidade física é um reflexo da mente.

A Lei da mente é implacável: O que você pensa, você cria. O que você sente, você atrai, e o que você acredita torna-se realidade. – BUDA

JESUS E A BÍBLIA

João Batista, precursor de Jesus afirmou que o homem não pode receber coisa alguma se do céu não lhe for concedido.

E posteriormente Jesus disse:

[…] porque que o reino de Deus está dentro de vós.

CONCLUSÃO

A criação da realidade é um processo que ocorre primeiro em nível emocional, no interior do ser, para em seguida se manifestar “fora”, na dimensão da realidade que percebemos.

O físico Henry Stapp também confirma este princípio:

“O processo fundamental da Natureza reside fora do espaço-tempo, mas gera eventos que nele podem ser localizados”Henry Stapp

É interessante observar que as tradições sempre fizeram referência aos fenômenos que ocorrem fora do espaço-tempo, no entanto, para as tradições, este “lugar”, é chamado de eternidade.

APLICABILIDADE

Meu objetivo em compartilhar estas informações, é alertar para a influência que as emoções exercem em nossas vidas.

Não existe uma cultura de educação emocional em nossa sociedade.

De forma geral a sociedade atual é voltada para o desenvolvimento do intelecto, desprezando o papel das emoções na construção do ser.

O Resultado: Pessoas inteligentes, talentosas, capacitadas para o mercado de trabalho, tristes, cheias de conflitos e insatisfações.

Nos últimos anos, o índice de depressão e suicídios no mundo tem aumentado de forma assustadora, e isso nada mais é do que o reflexo de uma sociedade que despreza a importância das emoções.

A IMPORTÂNCIA DAS EMOÇÕES

Além de influenciar em nossa imunidade, a emoção é a linguagem que nosso subconsciente utiliza para interagir com nosso consciente, e do ponto de vista científico, as emoções alteram a energia criadora da realidade, determinando os eventos que acontecerão em nossas vidas.

Por isso, se você não assumir o controle de suas emoções, você estará sujeito as consequências da realidade que os estados negativos podem manifestar em sua vida.

Existem técnicas e ferramentas específicas para o controle do processo que desencadeia as emoções, ferramentas que possibilitam cultivar estados positivos de forma consistente, permitindo que você vivencie o processo da criação da realidade de forma consciente e harmoniosa.

E a técnica ThetaHealing é uma delas!

Fonte: http://diegoolintonogueira.com

*ThetaHealing Institute of Knowledge® e Think®: trademarks of Nature Path Inc

**ThetaHealing® and ThetaHealer® are registered trademarks of THInK at http://www.thetahealing.com

 

 

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