Vícios

Todo tipo de vício causa desordens ou até tragédias nas famílias, nas empresas e, consequentemente, na sociedade e no mundo.

O mundo luta contra as drogas, mas elas sempre existirão, pois são substâncias encontradas na natureza e que, industrializadas, tornam-se medicamentos, materiais ara escritório e marcenarias, combustíveis em geral, condimentos para a cozinha e muitas outras finalidades, que a natureza coloca a nosso dispor. Porém, muitas pessoas transformam essas substâncias em drogas nocivas.

O que precisa ser compreendido pelo ser humano é que temos inteligência suficiente para transformar todos os minerais e vetais naquilo que precisamos para nosso corpo e nossa mente. Portanto, cada pessoa, institivamente, se alimenta ou se medica conforme o que o seu cérebro está exigindo.

O viciado em drogas mostra uma necessidade de conhecer mais sobre suas próprias capacidades mentais, físicas e espirituais. É uma forma de desligar-se do presente insatisfatório e atingir sensações diferentes ou mais elevadas. O próprio viciado não percebe que está fugindo de si mesmo, mas acredita que está mergulhando em seu eu.

Muitas pessoas, que tomam apenas o seu drinquezinho diário, não suportam quando alguém lhes diz que elas estão viciadas, pois consideram normais e inofensivos esses momentos de descontração.

O cérebro possui as mesmas químicas que qualquer droga e, por isso, estas se identificam e se atraem quando o cérebro não está fabricando aquelas enzimas. O dr. Daniel G. Amem, neurologista e psiquiatra da Califórnia, diz que até o famoso cafezinho é uma forma de se automedicar.

Tanto o cigarro, quanto aperitivos caseiros, cafezinhos, achocolatados, certos chás, quanto LSD, cocaína, maconha, ópio e outras drogas, têm a finalidade de trazer a pessoa ao equilíbrio emocional ou leva-la a uma situação interior melhor, porque atuam diretamente na química do cérebro como um remédio, porém a destroem em seguida.

Sabemos que não há um gene do alcoolismo ou para outro vício, mas que há alguns distúrbios, que acontecem nos genes que sofreram mutações, que tornam as pessoas mais propensas ao vício. A tendência é inquestionavelmente presente quando há um baixo nível de serotonina no corpo.

Os viciados têm uma tendência a perder fragmentos de alma durante momentos intensos de abuso e também, propensos a memórias flutuantes.

Santo Agostinho disse: Quanto maior o pecador, maior o santo. Os sanatórios e as casas de detenção são instituições que têm a finalidade de retirar, do meio social, indivíduos que não se enquadram na normalidade ou que têm um nível de periculosidade. Essas instituições foram criadas para tratar estas pessoas e devolvê-las à sociedade, mas nem sempre isto acontece. Sabemos que em muitas instituições psiquiátricas pessoas são abandonadas constantemente pelos seus familiares que chegaram ao limite da tolerância. Com isso acabam ocupando lugares e não têm para onde voltar quando recuperadas, mas, se deixadas sozinhas, sem controle médico, terão recaídas e poderão causar danos a si próprias e aos outros. O que mais acontece, quando familiares recebem de volta aquele membro, é não estarem preparados para lidar com ele. Muitos pais e irmãos não sabem se o tratam como um doente ou como um pervertido que poderá se rebelar inesperadamente.

Todos que perdem contato com a realidade devem ser tratados, mas será que julgando pelas evidências é possível avaliar as causas verdadeiras dessas “anormalidades”? Será que um sujeito desequilibrado não seria alguém muito especial, precisando canalizar sua força interna para um objetivo grandioso? O que quero dizer é que existem outras causas que não só a hereditariedade, o estresse, o ambiente ou os problemas da química do cérebro que impulsionam uma pessoa para as drogas, seja ela qual for.

Portanto, para podermos lidar com esse problema, se faz necessário expandir o conhecimento e explorar os métodos milenares de cura.

A aura, por sua vez, foi estudada por grandes físicos. Eles dizem que a aura é o conjunto de energias de cada vórtice ou chacra, ou seja, é a fusão de frequências vibracionais, formando o campo vital. Esse campo vital é o eletromagnetismo, capaz de receber ou doar outras energias. Os viciados em drogas são um exemplo vivo de pessoas que estão com esse campo aberto ou desprotegido. Eles precisam de uma assistência especial além dos tratamentos convencionais. Seus vórtices de energia devem voltar ao equilíbrio e não será com tratamento de choque e nem com medicamentos fortíssimos que os chacras se reorganizarão.

Precisamos compreender, antes de mais nada, que pessoas que se viciam são seres sensíveis e catalisadores das energias da casa e das pessoas. Uma família pode parecer organizada e até pensar que não existe motivo para seus filhos, marido ou esposa se esconderem atrás das drogas, mas a verdade é que a família carrega em seu inconsciente raivas, ressentimentos, repulsas, medos, insatisfações consigo ou com o mundo e até queixas secretas contra pessoas íntimas ou estranhas. Isso é suficiente para os sensíveis energeticamente tornarem seu mundo interno um inferno.

Quem acha que pessoas drogadas são fracas e inúteis desconhece a força do carma.

Saiba que o maior “problemático” da família é sempre o mais evoluído espiritualmente, por isso catalisa a carga negativa da família. O próprio Santo Agostinho era conhecido por suas noitadas e bebedeiras. São Francisco de Assis vivia dos prazeres, dos divertimentos com mulheres e bebidas e era conhecido como o “filhinho do papai”. E para espanto de muita gente, até Moisés, no passado foi mau caráter. Pelos estudos da frenologia (estudo do caráter pelo formato do crânio), que é utilizado por advogados e psicólogos, constatou-se tal evidência. Isso não quer dizer que todos que se drogam serão santos, mas que são pessoas de muita luz e precisam ser vistas com outros olhos.

É claro que foi escolha do viciado ter a droga como fuga e por isso sofre. Pois quando escolher a luz como fuga das drogas, então tudo se transformará. A família precisa estar consciente de que ela também deve se tratar. Por mais que o viciado tenha mostrado ser o rebelde da casa, não significa que só ele esteja doente. Como foi dito, ele catalisa as energias e angústias do inconsciente das pessoas e não sabe como lidar com essas forças.

Quero salientar que muitas seitas religiosas e indígenas usam drogas ou ervas sagradas para alcançar profundidade espiritual, contatar deuses, espíritos, realizar curas e ainda algumas pessoas usam drogas para entrar em meditação, mas isso é apenas uma escolha, pois nossa mente é cotada de capacidades naturais para alcançar os mesmos objetivos, basta treiná-la.

Lembre-se que o uso de qualquer tipo de droga pode deixar as pessoas abertas a entidades. O vício provoca um escape de energia espiritual que abre a pessoa para a energia parasitária, e uma entidade é capaz de invadir o “espaço” enfraquecido – ou aura – do indivíduo.

Ao conhecer seu verdadeiro eu e seu poder pessoal através de terapias e da busca pela espiritualidade profunda, a necessidade de se drogar desaparecerá automaticamente. Saiba que as pessoas que têm autoestima não são viciadas.

Fonte: ThetaHealing® e ThetaHealing® Avançado – Vianna Stibal – canalizadora da técnica ThetaHealing® e

Linguagem do Corpo III – Cristina Cairo

*ThetaHealing Institute of Knowledge® e Think®: trademarks of Nature Path Inc

**ThetaHealing® and ThetaHealer® are registered trademarks of THInK at http://www.thetahealing.com

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