A influência dos sentimentos dos pais na saúde dos filhos

Uma das razões pelas quais as bactérias são capazes de entrar no nosso corpo é por causa das emoções desequilibradas.  No momento em que removemos sistemas de crenças como “eu tenho de ser solitário” ou “eu tenho de estar triste” e substituí-los com novas crenças, em seguida, as bactérias nocivas não poderão ficar e irão se transformar, ou seja, quanto mais informações positivas colocarmos em nosso corpo, mais rápido ele se cura.

O medo e a raiva são benéficos como instinto de sobrevivência, mas não foram projetados para uso compulsivo, se você tem esses sentimentos o tempo todo, seu sistema imunológico trabalha demais e se esgota, fazendo o mesmo com seu corpo abrindo assim espaço para que bactérias entrem no seu organismo. Essas emoções “negativas” se tornam positivas quando estão em equilíbrio. Por exemplo, se você nunca expressar sua raiva, dentro de si, ela pode deixá-lo doente, portanto, entenda que é válido expressá-la, mas de forma positiva e benéfica.

Sentimentos de culpa também mantêm bactérias dentro do corpo.

Com crianças não é diferente, é muito comum crianças serem diagnosticadas com as “famosas viroses”, se observarmos, com sinceridade, o momento e as condições gerais nas quais surgiram os sintomas, vamos perceber que existia uma condição emocional adversa advinda do ambiente escolar ou familiar.

Sentimentos negativos como, se sentir oprimida, ameaçada, ressentida, abandonada, etc,. desencadeia na criança um processo psicossomático que altera as funções orgânicas levando ao processo de adoecimento físico. Em geral, supõem que a criança adoeceu por causa de algum vírus ou bactéria, quando, na verdade, ela adoeceu emocionalmente e, devido a isso criou-se uma condição propícia para a infecção (que, nesse caso, é uma condição secundária, consequência do processo psicossomático).

Todo pensamento, emoção e comportamento dos pais refletirá, objetivamente, no comportamento dos filhos, independentemente do que essas crianças trouxerem geneticamente. Na ausência dos pais, quem influencia a saúde da criança é a pessoa responsável por sua criação.

A criança possui a necessidade instintiva de permanecer ligada à sua mãe – psicologicamente falando – desde a concepção até os sete anos de vida.

Segundo a psicanálise, isso tem como origem o complexo edipiano, mas essa influência vai mais além, pois uma mãe que carrega raiva em seu coração, por exemplo, e não pode verbalizar, por alguma razão, o que sente, causa na criança de até sete anos febre e garganta inflamada, ainda que a mesma esteja temporariamente longe da mãe. Neste caso podemos compreender, através dos estudos do inconsciente coletivo, que a somatização nas crianças está diretamente relacionada à intensidade da ligação afetiva entre mãe e filhos.

Isso ocorre, também, com crianças entre sete e catorze anos que projetam em seu corpo todo o emocional do pai: o mesmo instinto ou pulsão que uma criança sente pela mãe, da gestação até os sete anos, ela transfere para o pai, completando mais uma fase de seu desenvolvimento. Com isso, tudo o que o pai sentir, secreta ou abertamente, será percebido, inconscientemente, pelas crianças de sete aos catorze anos, somatizando ou imitando a somatização do pai.

O que impede os pais de considerarem as doenças dos filhos como reflexo total de seus próprios sentimentos é a resistência inconsciente em aceitar conhecimentos que ultrapassem sua compreensão e, por extensão, não querer ver em si mesmos o comportamento negativo que adoece o filho.

Assumir responsabilidades não significa assumir culpas. Significa, isso sim, resgatar seu próprio poder interno.

Seus filhos precisam de sua paz interior para viver. Eles sentem ódio quando vocês, pais, estão odiando e sentem amor quando vocês estão amando.

Perceba as adaptações inconscientes que seus filhos fazem em seus próprios comportamentos quando vocês estão tendo pensamentos de indignação, de amargura, de tédio, frustrações ou explosões de ira, que tiveram de ser guardados dentro de vocês, para não piorar uma situação familiar ou profissional. Observem em seus filhos o sentimento mais sutil que está em vocês.

O que fazer? E Por que o ThetaHealing é benéfico para isso?

Tanto para adultos quanto para crianças, na técnica ThetaHealing o digging (escavação) é uma ferramenta utilizada para identificar a raiz do problema, orientando qual crença ou sentimento deve ser trabalhado para que ocorra a cura.

Nesse processo de cura real, um dos objetivos fundamentais é proporcionar ao paciente a possibilidade de autoconhecimento e de autocompreensão.

Porém, não importa se o processo do adoecimento é agudo ou crônico: sem dúvida, o mais importante é abrirmos a nossa percepção para compreendermos os estados interiores e pararmos de atuar cegamente durante seus processos de adoecimento, sem investigarmos suas condições emocionais e todas as circunstâncias.

Vamos agendar uma sessão de ThetaHealing® com Emeli Scabeni?

Escreva para emeliterapias@gmail.com ou pelo Fone/whatsapp (46) 9 9116 8084

Facebook: Emeli Terapias

Confira nossos locais de Atendimento no sudoeste do Paraná:

  • Pato Branco: VP Estúdio Vanessa Polo;
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ThetaHealing® e ThetaHealer® são marcas registradas da THINK em www.thetahealing.com

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