Vício. Ilusória liberdade proporcionada por algo que aprisiona

Você está preparado a livrar-se de algum vício que esteja te aprisionando? Seja o álcool, cigarro, cocaína…

 

Sendo o vício uma forma de apego, devemos lembrar que nós podemos estar apegados não apenas às coisas materiais ou pessoas, mas também a dogmas, paradigmas, a nossa família, a dor e ao sofrimento de nossos pais, nação, antepassados, etc.

 

E ainda votos, compromissos, contratos, acordos, promessas, obrigações, proibições e juramentos também podem nos prender, estejamos consciente ou não.

 

Os sentimentos e emoções causam mudanças químicas no cérebro. Se os nossos produtos químicos do cérebro, ou seja, nossos neurotransmissores e seus receptores não estão em equilíbrio, podemos estar propensos a muitas doenças e distúrbios, mas quando nos tornamos consciente desses vícios, medos, culpas, etc., teremos a oportunidade de nos livrarmos deles.

 

Embora a grande maioria dos viciados alegue se encontrar ou conectar-se melhor consigo mesmo ao fazerem uso de uma ou mais droga, o vício nada mais é do que uma fuga, uma fuga ilusória, fugimos de nós ou da dor e nos prendemos no vício.

 

Seja uma fuga de si mesmo, dos seus pensamentos, dores ou realidade que estão vivendo, a busca por substâncias químicas mostra que o viciado não consegue se enquadrar e nem sair dessa situação.

 

A necessidade de consumir a droga pode ter como gatilho a solidão, falta de comunicação, dificuldade de se relacionar, inflexibilidade para aceitar mudanças ou para seguir em frente e até mesmo, para amenizar a dor de uma memória de trauma, seja ele físico ou emocional.

 

Lembrando que, excesso de uso de redes sociais e jogos, compulsão alimentar, e tudo aquilo que seja em excesso ou para um determinado fim, pode sim ser caracterizado como vício.

 

O vício é uma forma de desligar-se do presente insatisfatório e atingir sensações diferentes ou mais elevadas. Algumas pessoas buscam nas drogas aquilo que lhe falta ou faltou em alguma fase da sua vida, podendo ser falta de amor dos pais e o próprio.

 

Dentro de uma visão sistêmica, uma possível causa da busca pelo vício é a falta do pai: “Alguém se torna viciado quando a mãe lhe disse: ‘O que vem do seu pai não vale nada. Tome só de mim.’ Então, a criança se vinga da mãe e toma tanta coisa dela que sofre prejuízo. O vício é portanto a vingança da criança contra sua mãe, pelo fato de tê-la impedido de tomar algo do pai.”

Ainda, muitos dos dependentes químicos iniciaram seu relacionamento com as drogas exatamente no lugar onde se suporia que estariam mais seguros: dentro de casa. Com a automedicação, onde para cada problema existe uma solução química, a dependência química é uma decorrência natural, principalmente na busca por amenizar uma dor emocional.

Lembram do Biotônico Fontoura? Sua formula teve de ser alterada em 2001, decorrência de uma determinação da Anvisa que proibiu que tônicos, fortificantes e suplementos destinados às crianças contivessem alcool etílico na formulação; na época o produto tinha um teor alcoólico de 9,5% contra 4 ou 5% da concentração nas cervejas, tornando as crianças que ingeriam diariamente, e várias vezes ao dia, mais propensas ao vício pelo álcool.

O fato é que muitos pais, irmãos, maridos, esposas e filhos não sabem se o tratam como um doente ou como um pervertido que poderá se rebelar inesperadamente. Todos que perdem contato com a realidade devem ser tratados, mas será que julgando pelas evidências é possível avaliar as causas verdadeiras dessas “anormalidades”? Será que um sujeito desequilibrado não seria alguém muito especial, precisando canalizar sua força interna para um objetivo grandioso?

 

O que quero dizer é que existem outras causas que não só a hereditariedade, o estresse, o ambiente ou os problemas da química do cérebro que impulsionam uma pessoa para as drogas, seja ela qual for.

 

Portanto, para podermos lidar com esse problema, se faz necessário expandir o conhecimento e explorar os métodos milenares de cura.

 

Os viciados têm uma tendência a perder fragmentos de alma durante momentos intensos de abuso e também, propensos a memórias flutuantes.

 

A aura, por sua vez, foi estudada por grandes físicos. Eles dizem que a aura é o conjunto de energias de cada vórtice ou chacra, ou seja, é a fusão de frequências vibracionais, formando o campo vital. Esse campo vital é o eletromagnetismo, capaz de receber ou doar outras energias. Os viciados em drogas são um exemplo vivo de pessoas que estão com esse campo aberto ou desprotegido. Eles precisam de uma assistência especial além dos tratamentos convencionais. Seus vórtices de energia devem voltar ao equilíbrio e não será com tratamento de choque e nem com medicamentos fortíssimos que os chacras se reorganizarão.

 

Precisamos compreender, antes de mais nada, que pessoas que se viciam são seres sensíveis e catalisadores das energias da casa e das pessoas. Uma família pode parecer organizada e até pensar que não existe motivo para seus filhos, marido ou esposa se esconderem atrás das drogas, mas a verdade é que a família carrega em seu inconsciente raivas, ressentimentos, repulsas, medos, insatisfações consigo ou com o mundo e até queixas secretas contra pessoas íntimas ou estranhas. Isso é suficiente para os sensíveis energeticamente tornarem seu mundo interno um inferno.

 

Saiba que o maior “problemático” da família é sempre o mais evoluído espiritualmente, por isso catalisa a carga negativa da família.

 

A família precisa estar consciente de que ela também deve se tratar. Por mais que o viciado tenha mostrado ser o rebelde da casa, não significa que só ele esteja doente. Como foi dito, ele catalisa as energias e angústias do inconsciente das pessoas e não sabe como lidar com essas forças.

 

A pergunta que eu faço é, até que ponto você está disposto a mudar seus padrões limitantes? Se você realmente quer melhorar a terapeuta Emeli Scabeni, com a técnica ThetaHealing pode te ajudar muito neste processo, auxiliando a identificar a causa por buscar este padrão de fuga, se é algo que você vivenciou, se é alguma memória que você herdou, e liberar isso. Ninguém é capaz de saber o que se passa aí dentro, a dor emocional dói sim, mesmo quando a causa dela é inconsciente, mas por mais distante ou difícil que possa parecer ser livre de verdade, dos vícios, dores, pensamentos… SIM, É POSSÍVEL!

 

Fonte / Informações compiladas de Tânia Rainha, Vianna Stibal e Cristina Cairo.

 


Emeli Scabeni atende na região sudoeste do Paraná, nas cidades:

  • Pato Branco: VP Estúdio Vanessa Polo e Honraria Barbearia Premium;
  • Coronel Vivida: Clínica de Estética Facial Larissa Frizzon;
  • Chopinzinho: Equilibrium Estética e Terapias Integradas.

Ligue ou envie mensagem no WhasApp para: (46) 9 9116-8084

Escreva para emeliterapias@gmail.com

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